para ocupar o mesmo outro poema espaço de olho em branco verso
amputado]
na fala de silêncio colorido redesconstruindo o áspero cheiro do
território cercado]
sem tempo para a escrita do nome aponta e desgasta a troca pelo
alheio rouba]
do meu espelho diálogos com os dedos perdidos balbuciam horizontes
sem simetria.]
domingo, 21 de setembro de 2008
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[.desloucamento]
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